O Pilates visa dar condicionamento e reabilitação física através do controle corporal. Normalmente não há contraindicações para a prática, mas é preciso salientar que, em casos específicos de reabilitação, é necessária uma abordagem mais próxima da fisioterapia. E é nesse contexto que entra o Pilates clínico.
Entenda a diferença entre os dois métodos:
➡️PILATES TRADICIONAL: modalidade na área do desporto que visa o condicionamento físico do corpo. São um conjunto de exercícios elaborados no solo ou em aparelhos, com a resistência do próprio corpo e/ou acessórios que aumentam a resistência.
Normalmente o Pilates tradicional atrai pessoas que querem se manter ativas, mas não gostam de academias. Isso porque os exercícios são variados, sendo mais funcional para o paciente.
➡️PILATES CLÍNICO: visa a reeducação postural. É realizado por meio de exercícios apropriados para estimular os músculos que suportam a coluna, sendo um método com impacto reduzido. Este método proporciona melhoria da postura, força muscular, flexibilidade, coordenação, equilíbrio e melhoria do padrão respiratório.
Nos casos de Pilates clínico, eles são voltados a processos de reabilitação e terapêuticos. Por isso é de suma importância realizar uma avaliação detalhada para, posteriormente, o profissional elaborar um plano de tratamento adequado para o paciente.
Conheça as principais indicações do Pilates clínico
O foco do Pilates clínico é na reabilitação do paciente e, entre as principais recomendações, estão:
✅️Reeducação postural
✅️Casos de dor crônica
✅️Pré e pós-operatório
✅️Problemas articulares e musculares
✅️Entre outros
É necessário ressaltar a importância de uma avaliação minuciosa, para que o fisioterapeuta avalie o quadro geral e conheça as limitações do paciente. Feito isso, será desenvolvido um plano de treinamento.
Esse plano consiste em exercícios específicos para o problema apresentado pelo paciente. Por exemplo: se o paciente busca uma reeducação postural, os exercícios serão baseados no fortalecimento da musculatura que faz a sustentação da coluna, sem impactos nas articulações e outras partes mais sensíveis.
Matheus Rodrigues | | Crefito 4/332861-F
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